Razão

Razão

Sim, em um momento insistente e quase inoportuno, alguém me questionou sobre a razão da minha constante felicidade.

Abri meus braços, apontando principalmente para os ângulos tridimensionais das minhas asas, indicando o nascimento esplendoroso do sol, que brilha e aquece até as cavernas mais profundas da vida.

Mencionei os atos criativos e, como referência, fiz um breve convite para uma visita ao meu posto de observação, com a intenção de dissipar essa estranha e curiosa curiosidade.

Ao me encarar de frente, notei o silêncio da fisionomia da pessoa, que partiu silenciosamente.

Não insisto em mantê-la ao lado do fogo, mesmo ciente da minha fragilidade diante da grandiosidade que me envolve, tornando-me como a suave brisa que cobre os campos verdes, transformando-me em um pássaro alegre e livre, pronto para disseminar mensagens de paz, luz e amor.

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