Quando Criança

Quando Criança

Sonhava em crescer logo para alcançar aquela estrela distante, poder tocar levemente a dimensão de seu brilho, onde em noites de luar preparava o espetáculo de uma estreia como colombina, enfeitada de poetiza, embriagada pelos infinitos sonhos dos enamorados e apelos dos apaixonados palhaços.

Flutuaria descompassadamente por entre picadeiros onde seria tudo, menos tristezas e desapontamentos.

Sim, nessas vertentes enlouquecidas pela necessidade de um retorno urgente às raízes de adolescente, me vesti de mim mesma e descobri ainda ser possível sair por aí sorrindo à toa e me transformando em raio de luz de volta para lá de onde vim…

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