Poesias

Um Olhar

Um Olhar

Há um olhar direcionado para lugares e plataformas onde os fracos e pobres, alimentados pelo medo da chegada, não arriscam ir. Diversas foram as vezes em que me vesti de cores e formas abstratas advindas de profundas nascentes para buscar, nas areias profundas das praias de ninguém, um minúsculo graveto onde transcreveria trechos de um […]

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Um Elo Disperso

Um Elo Disperso

Há um ponto luminoso brilhando distante de uma janela aberta para o tempo. Esse foco de luz insiste em me banhar, deixando marcas de sonhos vividos e adormecidos no ontem. Vou rodopiando como esfera cristalina entre os brancos e macios lençóis de nuvens, repousando sem pressa nesses caminhos pausados, sem medo de chegar. Vou armar

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Há

Sim, logo ali, bem próximo, há uma ave divagando suavemente entre as sombras da tarde. Ela repousa calmamente, pedindo passagem para ultrapassar a linha do horizonte, é que ela já voa por entre o infinito, demarcando as estratégias do imaginário e inexpugnável mundo dos poetas. Ela se deixa banhar no crepúsculo dos mundos que gravitam

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Quando Criança

Quando Criança

Sonhava em crescer logo para alcançar aquela estrela distante, poder tocar levemente a dimensão de seu brilho, onde em noites de luar preparava o espetáculo de uma estreia como colombina, enfeitada de poetiza, embriagada pelos infinitos sonhos dos enamorados e apelos dos apaixonados palhaços. Flutuaria descompassadamente por entre picadeiros onde seria tudo, menos tristezas e

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Silêncio

Silêncio

Hoje muito cedo vieram acordar-me de um período de intensa e silenciosa meditação. Assustei-me diante de tão constante apelo, pois estava em uma leitura profunda e, de certo modo, tranquila, como as ondas livres de ventos no entardecer. Ainda com folhas caídas sobre o colo, finalizava mais um capítulo de uma estação que aos poucos

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Certa Vez

Certa Vez…

Me enjaularam num pequeno quarto e, com jeito protetor e dissimulado, colocaram vendas de inverdades num rosto adolescente e repleto de sonhos. Cresci observando, através de uma fresta de uma pequena janela, um ipê livre e solto e, em meio às tempestades, seu tronco ruir nos braços de relâmpagos e trovões. Enquanto aguardava os cadeados

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Rasante

Rasante

Estou calma e bebo, nesta linda manhã, do caloroso cálice da tranquilidade. Revejo meus últimos pontos de fragilidade contemplativa em torno de um mundo que desafia minha estabilidade emocional, para estender minha esteira e um floco de papéis em branco, para depois de um breve pouso, voltar às minhas considerações. Sobrevoo neste exato momento sobre

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